O livro como expressão artística no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.22398/2525-2828.1030143-160Palavras-chave:
Livro de artista, Livro de artista no Brasil, O gráfico amador, Movimento concreto e neoconcretoResumo
Este artigo propõe um panorama conceitual introdutório sobre a categoria “livro de artista”. Destacamos algumas definições sobre livros de artista, apontando a dificuldade em estabelecer uma classificação que dê conta das suas complexas possibilidades formais e conceituais. Com base nessas perspectivas, apresentamos uma produção brasileira de livros experimentais e de alta expressão artística que se inicia nos anos 1920 e intensifica nos 1950, anterior em quase quatro décadas aos marcos tradicionalmente citados por alguns pesquisadores como marcos do surgimento da categoria “livro de artista”. O percurso proposto convida à revisão de classificações que ainda oscilam entre livro de arte e livro de bibliófilo, buscando tensionar tais rótulos para algumas publicações e adensar o debate em torno da categoria, à luz dos autores e ideias que permeiam o artigo.
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