A prática da técnica do graffiti: modelos de negócios e a economia criativa

Athos Ribeiro da Silva, Daniela Callegaro de Menezes, Rodrigo Severo Rodembusch

Resumo


O graffiti nasce em um contexto de subversão e efemeridade nos anos 1970 e com o tempo ganha status de arte, indo para as galerias. Hoje, totalmente, incorporada nas grandes capitais do mundo, no Brasil, essa prática se torna fonte de renda para muito artistas que utilizam dessa técnica para fazerem desde pinturas decorativas, estampas para grandes marcas até pinturas em telas artísticas e em laterais em prédios ao redor do mundo todo. Nesse sentido, este artigo busca compreender como esses artistas se estruturam para organizar seus negócios através do modelo de negócio canvas e sua relação com a economia criativa, entendendo em qual classificação essa prática se encaixa.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.22398/2525-2828.2669-82

A Revista está listada nos seguintes indexadores e repositórios:

LATINDEX: https://www.latindex.org

PORTAL DE PERIÓDICOS CAPES: http://www.periodicos.capes.gov.br

DOAJ - https://goo.gl/f862GM

Diadorim - Diretório de Políticas Editoriais das Revistas Científicas Brasileiras - http://diadorim.ibict.br/handle/1/1649

Sumarios.org - https://goo.gl/AJe9GY

LatinREV - Rede Latinoamericana de revistas acadêmicas do campo das ciências sociais e humanidades - http://flacso.org.ar/latinrev/ 

REDIB (Red Iberoamericana de Innovación y Conocimiento Científico) - https://www.redib.org/

____________

ESPM Rio
Rua do Rosário 90 - Centro - Rio de Janeiro - 20.041-002 - RJ
revistadcec-rj@espm.br
ISSN 2525-2828 

 

Licença Creative Commons

A Diálogo com a Economia Criativa está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.